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Instituto Unimed lança projeto VenSer de combate às drogas

Publicado em: 19 de Outubro de 2010
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No último dia 15, na sede da Federação Unimed/RS em Porto Alegre, foi oficializado o ingresso do Instituto Unimed na Associação Rio-Grandense de Fundações (ARF), que congrega fundações e institutos empresariais do Estado, no Café da Manhã com Política que também marcou o lançamento oficial do projeto VenSer, do Instituto Unimed/RS, contemplado pela Rede Parceria Social da SJDS na carteira de pro¬jetos do Instituto Pobres Servos da Divina Providência, financiado pela CEEE. A iniciativa tem como objetivo reinserir o dependente químico na sociedade por meio de atendimento no Hospital Parque Belém, que tem hoje o maior número de leitos destinados a usuários de drogas no Estado: 101 vagas. O projeto pretende tratar cerca de 70 pacientes. Além do acompanhamento, será feito um trabalho para reaproximá-los das famílias. Aliado ao acompanhamento médico e psicológico, o VenSer oferecerá aos pacientes aulas de artesanato, resultado de parceria com a Reciclage, organização que estimula o desenvolvimento sustentável e contribui com a preservação ambiental e inclusão social por meio do artesanato. INSTITUTO, O “ROSTO SOCIAL” DA UNIMED O presidente da Unimed Erechim e Gestor das Relações Político Institucionais da Unimed RS, Dr. Alcides Mandelli Stumpf, disse que o Instituto será o “rosto social” da Unimed, unifi¬cando os projetos do Sistema Unimed no Estado, para realização conjunta pela Federação, Central, Uniair e Filiadas. O Instituto ampliará também a atuação política da Federação, assumindo a coordenação dos Cafés com Política e do Fórum Político, agora também com dimensão nacional. “Com isso pretendemos – afirmou o presidente da Unimed/RS, Dr. Nilson Luiz May - através do exemplo, inspirar e mobilizar o Sistema Nacional Unimed . No lançamento do projeto VenSer, falaram o supe¬rintendente Geral do Hospital Parque Belém, Mauro Sparta, e o vice-presidente do Instituto Pobres Servos da Divina Providência, Irmão Gilnei Bampi.
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Café com Política Unimed/RS

Publicado em: 19 de Outubro de 2010
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O país completamente diferente no qual o Brasil se transformará daqui a duas décadas pode ser percebi¬do desde já com avanços que se verificam nos indicadores sociais brasileiros de menor miséria, maior expectativa de vida, aumento da escolaridade e da renda do traba¬lhador. Em 20 anos, seremos uma nação mais rica e produtiva, com PIB multiplicado por cinco vezes, de renda per capita duplicada, com uma população mais velha gra¬ças à vida alongada para algo em torno dos 80 anos e trabalhadores com maior nível escolar. Com estas conquistas, o outro Brasil que se descortina para o horizonte das tendências para o ano de 2.030, terá uma sociedade mais organi¬zada devido a sua própria inicia¬tiva, amparada no crescimento do chamado terceiro setor onde pontificam, atualmente, cerca de 350 mil ONGs. Mas que modelo de Estado será necessário para se adaptar às no¬vas necessidades e demandas dos brasileiros em uma sociedade em mutação? A esta indagação, base de sua palestra no Café da Manhã com Política do Instituto Federação Unimed/RS de 15/10, o secretário estadual da Justiça e Desenvolvi¬mento Soicial, Fernando Schüler, respondeu com a defesa de uma ampla e profunda reforma do Estado, que passaria a ter um papel minimizado na execução das políti¬cas sociais assumindo a missão de conduzir o processo de desenvol-vimento, fixando regras e contra¬tualizando a prestação de serviços. “O Estado tem que ser parceiro, estar ao lado, mas a sociedade tem que tomar a frente e certamente será mais rápida na busca de solu¬ções”, propõe o secretário. Gestor público do governo de Yeda Crusius, Schüler recorre a sua própria experiência administrativa para fazer um diagnóstico pessi¬mista do atual modelo de Estado burocatizado, pesado, oneroso e ineficiente, para apontar caminhos através das vias das parceria públi¬cas privadas. O país completamente diferente no qual o Brasil se transformará daqui a duas décadas pode ser percebi¬do desde já com avanços que se verificam nos indicadores sociais brasileiros de menor miséria, maior expectativa de vida, aumento da escolaridade e da renda do traba¬lhador. Em 20 anos, seremos uma nação mais rica e produtiva, com PIB multiplicado por cinco vezes, de renda per capita duplicada, com uma população mais velha gra¬ças à vida alongada para algo em torno dos 80 anos e trabalhadores com maior nível escolar. Com estas conquistas, o outro Brasil que se descortina para o horizonte das tendências para o ano de 2.030, terá uma sociedade mais organi¬zada devido a sua própria inicia¬tiva, amparada no crescimento do chamado terceiro setor onde pontificam, atualmente, cerca de 350 mil ONGs. Mas que modelo de Estado será necessário para se adaptar às no¬vas necessidades e demandas dos brasileiros em uma sociedade em mutação? A esta indagação, base de sua palestra no Café da Manhã com Política do Instituto Federação Unimed/RS de 15/10, o secretário estadual da Justiça e Desenvolvi¬mento Soicial, Fernando Schüler, respondeu com a defesa de uma ampla e profunda reforma do Estado, que passaria a ter um papel minimizado na execução das políti¬cas sociais assumindo a missão de conduzir o processo de desenvol-vimento, fixando regras e contra¬tualizando a prestação de serviços. “O Estado tem que ser parceiro, estar ao lado, mas a sociedade tem que tomar a frente e certamente será mais rápida na busca de solu¬ções”, propõe o secretário. Gestor público do governo de Yeda Crusius, Schüler recorre a sua própria experiência administrativa para fazer um diagnóstico pessi¬mista do atual modelo de Estado burocatizado, pesado, oneroso e ineficiente, para apontar caminhos através das vias das parceria públi¬cas privadas. REDE PARCERIA SOCIAL - Fernan¬do Schüler exemplifica com o custo-benefício da Rede de Parce¬ria Social, programa governamental que foi lançado em 2007 no RS e envolveu mais de 600 projetos de ajuda social em três edições desde então. “Trata-se simplesmente de uma grande aliança celebrada entre o setor privado, o terceiro setor e as comunidades gaúchas”, simplificou. “O RS tem que se or-gulhar, como eu me orgulho, deste programa”. Comparando o rendimento escolar verificado no ENEM do bem-suce¬dido sistema privado de educação com a péssima performance da rede pública de ensino, o secretá¬rio afirmou que o modelo estatal é “fonte de desigualdade e gera¬dor de uma espécie de apartheid social”. Neste sentido, denunciando a falência do Estado engessado, de serviços de má qualidade e custo elevadíssimo, o secretário conde¬nou as licenças prêmios, períodos de três meses de férias extras con-cedidas a cada período de cinco anos aos funcionários públicos, que consomem R$ 163 milhões anuais que poderiam ser empre¬gados para construir 15 unidades prisionais com 330 vagas cada. “Não podemos continuar convi¬vendo com um Estado enrijecido por uma burocracia desnecessária e cara, que todos nós pagamos”, argumentou.
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